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Dos nomes dos sonhos

Diana Salu e Francisco Rio, ​2024. Instalação. Tinta acrílica sobre algodão cortado em formato de bandeirolas e fixado ao teto. Dimensões variáveis.

imagine um poema impossível

gigante, infinito - 

a cada verso, um nome

a cada nome, sua história

 

Dos nomes dos sonhos, carinhosamente chamada de céu, é uma obra aberta. Surgida da indagação “e se a gente tentasse fazer esse poema impossível? Uma obra com o nome de todas as pessoas trans que já existiram?”. Sua forma toma inspiração nas bandeirolas que cobrem os terreiros das tantas brincadeiras pelo Brasil. Surgida da vontade de que houvesse um horizonte sobre a Saudade - nosso espelho d'água, ou poça, espaço onde se encena/submerge a dança ancestral de transformação.

 

A obra continua em feitura. No momento já temos mais de 600 nomes mapeados e uns tantos escritos. Nomes da nossa história, do nosso passado e muitos nomes do nosso presente.

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