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quintal

Na exposição Meu nome é um caminho, de Diana Salu e Francisco Rio, o Quintal d’A Pilastra se fez de terra, de corda, de tinta, de balão d’água, de sorvete dividido, de manga verde com tempero, de histórias bordadas em memórias trans e de cantigas que ecoam além do quintal.

 

Coordenado por Lua Cavalcante e mediado por Sabiá e Caiuá Quarela, o educativo se propôs a reacender as infâncias — não apenas as que já foram, mas as que pulsam em corpos que transicionam, que resistem, que brincam mesmo quando o mundo insiste em dizer que já é hora de parar.

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Lua Nã Kixelô Cavalcante

Coordenadora Pedagógica

Aprendiz Griô com formação em Fotografia e Pedagogia e especialização em Gestão de Museus e Inovação, atuo na interseção entre arte, educação, deficiência e ancestralidade. Como corpo-político-pedagógico, trabalho para transformar instituições em espaços de escuta ativa, onde saberes orais dialogam com tecnologias atuais.  Minha trajetória integra criação artística, arte educação, curadoria educativa e desenvolvimento de metodologias acessíveis.

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Caiuá Quarela

Arte-educadore

De familia migrante do Ceará para a capital, é nascide no Gama-DF, uma periferia ao sul de Brasília. Caiuá Quarela é produtor cultural e pesquisa a relação entre interseccionalidades, saúde mental e cultura. Desde 2021 coordena a Vivência Ballroom no território da Universidade de Brasília (UnB). Em 2021 se tornou membro do coletivo ProduXeon, é uma das lideranças do @bsb.transmac, coletivo de transmasculidades no DF e se tornou oficial apresentador do premiado curta-metragem Estrela da Tarde (2022).

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Sabiá Sousa

Arte-educadore

Sabiá Sousa é planaltinense (DF), artista do corpo e da voz, psicólogo.

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