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Ter muitos nomes / Ter nome nenhum

Diana Salu e Francisco Rio. Videopoema / objeto. Vídeo exposto em caixa de madeira coberta com veludo preto. 39,5 x 50 cm.

AUDIODESCRIÇÃO

TER NOME NENHUM
00:00 / 01:07

Vídeo com LIBRAS

Fotos da montagem

Ter muitos nomes / Ter nome nenhum brinca com espelhamentos e circularidades. Qual a diferença entre dizer “todo mundo” e dizer “ninguém”? Qual a proximidde entre não ter nome e ter tantos que não se fixam? A obra convida u espectadore a aproximar o olhar e adentrar sua pequena caixa preta, será preciso usar as mãos para abrir as cortinas de veludo. 

 

Uma brincadeira de corpos in/distintos e vozes diferentes em repetições e jogos de palavras. Trechos de poemas, brincadeiras de roda, corpos e escuro, dança, giro, sono, despertar. Grupos podem ser nomeados, mas pode algum dos  corpos de um grupo de fato encarnar a palavra que nomeia o grupo? Somos pessoas trans, mas há alguém que seja um trans? Há alguém que seja um cis*? O que existe é sempre a relação entre - pessoas,  corpos, grupos, vozes. Um nome trans(a)parece quando reson(h)a. 

 

Nas voltas do tempo somos todes trans e ninguém o é (sozinhe). O jogo dos nomes só pode ser em grupo e em reconhecimento. 

 

Da inumana a derradeira liberdade

 

ter

ou não

nomes.

FICHA TÉCNICA

Diana Salu e Francisco Rio

Concepção e interpretação

Francisco Rio

Direção audiovisual

Diana Salu

Direção de arte

Conceitinho

Trilha sonora original

Marcia Regina

Montagem audiovisual

Ana Rabêlo

Produção audiovisual e operação de câmera

Gisele Lima

Produção executiva

Ana Quintas

Iluminação

Sapucaialab e Qualq

Captação de vozes

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