Ter muitos nomes / Ter nome nenhum
Diana Salu e Francisco Rio. Videopoema / objeto. Vídeo exposto em caixa de madeira coberta com veludo preto. 39,5 x 50 cm.
AUDIODESCRIÇÃO
Vídeo com LIBRAS
Fotos da montagem
Ter muitos nomes / Ter nome nenhum brinca com espelhamentos e circularidades. Qual a diferença entre dizer “todo mundo” e dizer “ninguém”? Qual a proximidde entre não ter nome e ter tantos que não se fixam? A obra convida u espectadore a aproximar o olhar e adentrar sua pequena caixa preta, será preciso usar as mãos para abrir as cortinas de veludo.
Uma brincadeira de corpos in/distintos e vozes diferentes em repetições e jogos de palavras. Trechos de poemas, brincadeiras de roda, corpos e escuro, dança, giro, sono, despertar. Grupos podem ser nomeados, mas pode algum dos corpos de um grupo de fato encarnar a palavra que nomeia o grupo? Somos pessoas trans, mas há alguém que seja um trans? Há alguém que seja um cis*? O que existe é sempre a relação entre - pessoas, corpos, grupos, vozes. Um nome trans(a)parece quando reson(h)a.
Nas voltas do tempo somos todes trans e ninguém o é (sozinhe). O jogo dos nomes só pode ser em grupo e em reconhecimento.
Da inumana a derradeira liberdade
ter
ou não
nomes.
FICHA TÉCNICA
Diana Salu e Francisco Rio
Concepção e interpretação
Francisco Rio
Direção audiovisual
Diana Salu
Direção de arte
Conceitinho
Trilha sonora original
Marcia Regina
Montagem audiovisual
Ana Rabêlo
Produção audiovisual e operação de câmera
Gisele Lima
Produção executiva
Ana Quintas
Iluminação
Sapucaialab e Qualq
Captação de vozes




